terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Poder de enfrentar. Visão e Oportunidade!!!

Poder de enfrentar

“O poder de enfrentar obstáculos na vida é desenvolvido através da meditação. Ao treinar a mente para ter pensamentos elevados, conseguimos experimentar nossas qualidades originais de paz e desapegar da consciência física. Somos então capazes de observar e ver além dos problemas e dificuldades. Somos capazes de descobrir um lado positivo em algo que parece ser totalmente negativo. Essa perspectiva nos dá força para enfrentar.”

BK Mahesh


Veio a calhar esta reflexão de Bk Mahesh.

Visão e Oportunidade

No ultimo sábado, eu e meu Mestre conversavamos sobre oportunidades e ponto de vista e ele me contou a seguinte história:

" Uma grande empresa fabricante de sapatos do ocidente estava se expandindo para o mercado oriental, seu objetivo era ir à India verificar se havia alguma condição de abrir uma fabrica de calçados por lá.
Sendo assim, enviaram um funcionário a fim de verificar as condições para a instalação da fabrica. Logo que este funcionário chegou à India, notou que a maior parte da população não usa calçados, nem chinelo, andam descalços. Rapidamente o funcionário ligou para a empresa e disse:

"Não vamos montar nenhuma fabrica aqui!! O povo indiano não usa calçados!! É prejuizo!!"

O Presidente da empresa recebeu a notícia e se espantou com a avaliação precoce de seu funcionário, resolveu então, após um tempo, enviar outro funcionário à India.

Já este funcionário, chegando lá, notou a mesma coisa, que os indianos não usavam calçados. Porém, este funcionário muito entusiasmado e feliz ligou para a cede empresa e disse:

"Pessoal!!! Vamos trazer o mais rápiso a fabrica para à India!!! Aqui não se usa sapatos, vamos fazer o povo usar enquanto a concorrencia não vem!!! Vamos ficar Ricos!!!"

Moral da história:

Sempre temos mais de um ponto de vista sobre algo, mas são poucos que percebem a oportunidade. As vezes a resposta para as perguntas estão bem a frente, esperando alguma iniciativa para ser revelada.

"Visão. A arte de transformar a vida, ver além do horizonte, aderir uma ideia quase que absurda e descrente e fazer dela a melhor das ideias com o melhor dos resultados."

Sergio Rodrigo













sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Pena de Morte: Deferir ou indefirir?


Moara Marques Soares Gois*

Os delitos violentos ultimamente cometidos , como o incrível desaparecimento da garota Madeleine aonde os principais acusados são os próprios pais ,ou a morte de um garotinho de 6 anos que morreu após ter sido arrastado por mais de 7 quilômetros, preso ao cinto de segurança do carro aonde estava , e em Diadema, uma garota de 13 anos foi vítima de bala perdida, quando conversava com amigos na porta de casa.
Todos os crimes acima citados ocorreram com cruéis circunstâncias , são os casos de três crianças divulgados com intenso sensacionalismo por toda a imprensa sobre tudo pelos canais de televisão e radio, trazendo novamente à tona o debate da questão da legalização da pena de morte no País.


“O que é que merece alguém que comete um crime hediondo (assalto, estupro ou seqüestro com morte)?" ou "O que é que você faria se algum ente querido seu fosse sordidamente seviciado e assassinado?" .Ora bolas, não cabe a ninguém dizer quem é humano e quem, pelos seus crimes, deixou de o ser e com isso perdeu seus direitos!² .Os nazistas, a quem a história julgou e execrou, agiam assim: primeiro tiravam o status de humano de criminosos comuns, depois de criminosos políticos, depois de pessoas consideradas racialmente inferiores e os iam exterminando a todos. Quanto ao que um homem transtornado por desejos pessoais de vingança faria é um assunto. Outro assunto é o que o Estado lúcido e ponderado, na figura de seus magistrados deve fazer. O defensor da pena capital, em geral, não se dá conta de seu grau de comprometimento com a medida que propõe, pensa que, por caber a outros a execução do que propõe já nada mais tem a ver com isso. De novo o modelo nazista: o Führer não se sentia pessoalmente responsável pelo que acontecia fora de seu gabinete acarpetado onde as penas capitais eram decretadas, nem seus oficiais por meramente retransmitir ordens dadas, menos ainda os subalternos por cumprir aquelas ordens, todos burocraticamente distantes uns dos outros.


Ora, quando uma pessoa mata outra por ódio , por vingança ou para obter algum proveito está cometendo um ato imoral, um crime por motivo fútil, ofendendo o bem maior que é a vida, que a nenhum outro se iguala e não possui valor.


Existem muitas opiniões sobre este assunto tão polêmico, uns são a favor acreditando que esta medida diminuiria os crimes contra a pessoa e outros se opõe a pena de morte achando que isto transformaria o Estado em um órgão genocida e não iria resolver o problema da sociedade.Quem tiver boa vontade e meditar nesses argumentos, certamente se convencerá que os crimes que hoje afligem os brasileiros, aumentando o medo e o sentimento de insegurança, continuarão existindo e certamente não diminuirão com a pena de morte. Tomemos como exemplo os Estados Unidos, onde existe o sistema de pena de morte, o índice de criminalidade é um dos mais altos do mundo. De acordo com um relatório divulgado em março de 1991 pelo Senado dos Estados Unidos, o número de assassinatos praticados naquele país: Em 1990 subiu a 23.200 vítimas, contra 21.500 em 1989. E isso apesar de existir e estar sendo executada a pena de morte.


Estranho um País social e economicamente desenvolvido como os Estados Unidos possuir um índice tão alto de violência e crimes contra a pessoa humana. O autor se obriga a demonstrar através de dados estatísticos que a pena de morte, no País norte americano é falho, não conseguiu atingir sua meta que é a inibição, ou seja, ativar o temor e respeito a Lei com eficácia, que é o objetivo da sanção punitiva. E ainda:
(...) o FBI revelou que o número total de norte-americanos vítimas de assassinatos, estupros ou assaltos foi superior a 1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) no ano de 1990. É mais do que evidente que a pena de morte não exerce qualquer influência para reduzir o número de crimes.

Através das estatísticas, está mais que provado que para os Estados Unidos, este tipo de sanção punitiva é ineficiente, uma vez que o objetivo não fora alcançado. E Doutor Dallari encerra com:
A pena de morte é imoral. A vida é o maior bem da humanidade e ninguém deve ter o direito de eliminá-la. Se não houver respeito pela vida humana, se não houver o reconhecimento de que a vida é sagrada e se coloca acima de qualquer outro bem da humanidade, então não haverá mais respeito por qualquer valor e ninguém terá segurança.

Estados Unidos a parte, voltemos ao Brasil onde a discussão sobre a pena de morte penumbra. O que não devemos confundir é o sentimento de fúria e indignação com a razão e o bom senso. Infelizmente, no Brasil atual, o crime contra a pessoa humana se tornou comum, todo o respeito pelo semelhante caiu por terra, o povo se encontra em cárcere vivendo enjaulados em suas casas e cada vez mais criando (por si próprios), um modo de se defender da violência e criminalidade, pois, o Estado é insuficiente em edificar a segurança ao seu povo, como deveria ser, assim reza o Artigo 5ºda Constituição Federal.


A solução é simples, basta apenas o Estado cumprir com seus dois artigos, e fazer cumprir, que a situação com certeza melhorará, por que, é mais fácil instituir uma pena de morte, para ter alguém a culpar do que construir, através da paz e da lei, um futuro melhor.


Há muitos anos atrás, o Brasil possuía pena de morte, e o condenado mais famoso foi Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido Tiradentes, que hoje é um símbolo de liberdade e amor a republica, seu crime foi reivindicar a Liberdade. Como podemos ver, foi condenado à morte um inocente, um bode expiatório, apenas para dar exemplo aos que possuíam um pensamento revolucionário, fazendo entender que a Coroa era acima da vida e da morte.
Enfim, para o Brasil, a pena de morte é um sistema que não deu certo no século XIX, condenando um inocente a forca, e não dará sucesso na atualidade. Devemos reivindicar o cumprimento da
s normas já existentes, que são muito boas, o problema maior do nosso País, não é a falta de lei, e sim, o não cumprimento delas, a impunidade, a corrupção e é exatamente por isso que não devemos, de forma alguma, aceitar a pena de morte, uma por ser um crime contra a vida, e a outra, a outra?
Imagine se a pena de morte fosse instituída em nossa constituição e quantas pessoas inocentes, quantos Tiradentes iriam morrer por conta de barbaridades cometidas por políticos corruptos e pelos filhos da burguesia, que acha que possuem o direito de colocar fogo em índio?
Muita gente iria morrer por conta da impunidade, pessoas como eu, como você, que possui família, decência, que não tem vergonha de ser honesto, iríamos ser conhecidos não por novos Tiradentes, e sim por Laranjas.


* GOIS. Moara Marques Soares, Acadêmica de Direito, 2° semestre/2007, Faculdade Diadema.



quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A Perseverança


"E ai meu grande amigo lá vai heim!

O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar os obstáculos...

Não podemos afirmar que todo ser humano é igual por natureza, para que isso tenha resultados práticos é preciso que o ser humano não seja tratado como inferior ou superior desde o instante do seu nascimento.Na vida nós enfrentamos várias barreiras e obstáculos , as vezes da um frio na barriga , você chega até pensar que não vai conseguir,mas todo o ser tem competência para fazer o que quiser, só que nem todos conseguem,só consegue aqueles que realmente acreditam em si mesmo e só assim alcança seus sonho e objetivos.

Bjusssssssss jéjo adoro vc maninho"


Minha irmã Kelly escreveu esta mensagem ontem, que se refere a perseverança que o ser humano deve possuir mediante as tribulações empregadas pela vida.Já diz o ditado: "Deus não da uma cruz que você não possa carregar." Pra mim, a diferença entre vencer e perder está no quanto você desejou algo; é obvio que tanto a vitória quanto a derrota são importantes para fins de aprendizado, mas... Quem gosta de perder?!

Geralmente, perdemos aquilo que nunca possuímos, apenas achamos que temos posse de algo, mas talvez nunca teve realmente.A perseverança só tem valor quando a causa realmente vale a pena, às vezes, por motivos egoístas ou ambiciosos temos a impressão de estarmos no caminho certo, e quando vem a desilusão indagamos ao maior: "Oh Deus por que que eu não consegui?"Simples, nem tudo vale a pena lutar, quando você se deparar com alguma situação em que quiser algo faça três perguntas para si mesmo:

Isso vale à pena?

O quê irei ganhar ou perder com isso?

Isso, para eu conseguir terei que lesar a outrem?

Se a causa valer a pena, se você mais ganhar do que perder e se não prejudicar outra pessoa, valerá o uso da perseverança.Daí, será a hora de empregar em sua vida as palavras "EU QUERO", e quando elas são invocadas corretamente, tudo que quiser será concedido!

Pessoas, isto que irei dizer é fato. Há mais segredos entre o céu e a Terra do que vocês podem imaginar, dentro do ser humano mais ainda, e... As palavras têm poderes, saiba usá-las corretamente.

Por fim, perseverança é conservar-se, manter-se firme, constante, conservar-se firme e constante num sentimento, numa resolução; ela é uma ferramenta, saiba usá-la!

Boa Kelly!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Pedra Gentil


Gentileza

“A gentileza é a simpatia em movimento. Em cada gesto, em cada ação, ela está sempre imersa na bondade. Aquele que é gentil aplaude o progresso dos outros como se fosse seu próprio progresso. Esses sentimentos de bons votos criam um terreno fértil para fazer prosperar o melhor para todos. É por isso que os gentis não sabem o que são inimigos. Ser gentil significa iluminar o rosto triste de alguém com os ingredientes da esperança e da coragem, como uma lanterna que ilumina o caminho em noite escura de inverno.”
António Sequeira, Virtudes para uma Nova Consciência, Centro de Raja Yoga Brahma Kumaris de Lisboa, 1999



A gentileza é uma das manobras que empregamos no cotidiano, ela engloba a cortesia (educação e respeito), a integridade (honestidade e justiça).

Sabendo praticar a gentileza você forma em volta de si uma espécie de escudo protetor, onde, ninguém será capaz de penetrar para a realização de maldade.

Uma vez meu Mestre contou a seguinte história:

“Ser forte não é ser hostil. Um mestre treinava seu discípulo que tinha o sonho de ser invencível, e que para isto acontecer ele acreditava que tinha que ser como um tirano, impiedoso, arrogante, e se colocar em um patamar acima das outras pessoas.

Neste treinamento, o mestre desembainhou uma espada, entregou ao seu discípulo e disse: Está vendo aquela pedra enorme?! (uma pedra milenar, enorme pela largura, de baixa altura).

O discípulo respondeu: sim, estou vendo!!!
O que o senhor quer que eu faça?!

Pegue esta espada, se concentre e corte esta pedra no meio, destrua ela, e assim, será invencível!!!

O discípulo logo protestou: mas mestre, se eu fizer isso quebrarei meus dedos, quebrarei a espada e o Maximo que irei conseguir fazer com a pedra será um arranhão, não é possível destruir-la!!

Vendo isso, o mestre se alegrou e respondeu: Então, seja como a pedra, está ai há mais de séculos, não prejudica ninguém, não ataca ninguém e é invencível!

Todos sabem que ninguém poderá contra ela! “

Tudo isso é um reflexo do universo, estamos constantemente recebendo recompensas pelas nossas ações e para quem pratica a gentileza, com certeza, terá as melhores das recompensas.

Seja uma pedra gentil!!!



Sergio Rodrigo