quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A todos os servidores da Justiça: Academicos em Direito, em especial os formandos de 2011


Estimadas saudações.

Devemos ter a ciência de que abraçamos uma vocação cuja sempre estaremos ligados à Academia de Direito.

A diferença é que agora deixamos de sermos alunos de bacharelado para nos tornarmos efetivamente servidores da Justiça, cada um no seu ramo, na sua forma de atuação, com ou sem OAB, MP, Magistratura e etc...

Pois o título que venhamos a galgar se torna irrelevante comparado com o amor que devemos dispor em todos os trabalhos que nos comprometermos a realizar a serviço da Justiça, independentemente da complexidade ou não da tarefa.

É o amor, a atenção, a determinação, cortesia, integridade e o carinho depositado em cada uma de nossas ações doravante que fará a diferença.

 É isso o que eu e a sociedade de bem espera de nós!

Que sejamos o socorro daqueles que tem sede de Justiça e que venhamos a levar esperança, bem como solução para as vítimas da injustiça.

Que sejamos a diferença simplesmente fazendo o que é o certo a se fazer e não sendo mais um nas fileiras da iniqüidade.

Que venhamos a servir o povo com o poder de construir, e nunca se servir dele para destruir e satisfazer interesses mesquinhos.

Que sejamos sim gentis com os menos favorecidos e implacáveis com os ditos fortes.
E que não venhamos nunca a ter medo, vergonha ou qualquer pudor em se levantar contra aquilo que afronte à Dignidade, pois a terra boa que não defendermos será asfixiada com uma erva destruidora e não menos inútil para a satisfação do bem comum.

Tribulações, decepções e tristezas com a atuação da Justiça e outras imperfeições da sociedade serão muitas, porém não permita que elas superem a paixão pelo o que fazemos. Que esses sentimentos se transformem em alimento para fortalecer sua ética e ver o quão sua atuação neste cenário social se torna imprescindível para aclarar os diversos caminhos nebulosos!

Cabe asseverar que não saímos da Academia de Direito. Estamos sim consolidando um casamento com ela. Um compromisso e que esta união será sempre reconhecida pela sociedade através das obras que realizarmos.

Somos eternos acadêmicos... Eternos aprendizes!

A todos os membros da Academia de Direito, externo meus sinceros votos de felicidade e desejo uma vida longa, repleta de prosperidade, alegria e amor!

Pax Et Lux.
Sergio Rodrigo

domingo, 16 de janeiro de 2011

A Verdade. Liberte-se e a conhecerá!


Não impute  sua opinião como uma Verdade, pois a Verdade é Divina, Sublime e Principada, mas procure buscá-la para instruir sua opinião. Dessa forma, você terá a razão. Tendo a razão ao seu lado, sempre terá Deus como seu advogado!

A Verdade é Pura.
Isto faz Dela Absoluta!

Por conta da ganância humanística, repleta de sombras egoistas que visam somente a busca pela satisfação dos interesses próprios, A Luz da Justiça não se faz presente no senso.

A carência do ser humano, manifestada na ignorância e anseio pelo saber faz com que os desprendidos busquem a Verdade por alguns mecanismos doados pela Providência que se fazem presentes atravéz da inteligência em evolução já doada ao humano que são a honestidade, o bom trabalho e o amor. Ferramentas, estas, inocentes, desprovidas de corrupção por não serem perecíveis com o passar do tempo.

Tão importante quanto a Verdade é a Maturidade para entendê-la.

Esta é a Virtude. Maturidade!

Não é possível alcançar a Verdade preso aos interesses particulares.

O prisioneiro de sí próprio é limitado pela corrente que outrora se prendeu, formadas por elos de orgulho, egoismo, inveja, intolerância, violência, avareza, luxúria e vaidade, e a libertação se concretiza com a quebra destes, que só será realizada pelo próprio preso.

Existe a mania teocêntrica de transferirmos a "culpa" de nossos atos sombrios que resultaram na  infrutívidade ao "sobrenatural". Mania esta primitiva, covarde e hipócrita.

Em uma sociedade elevada existem os direitos a serem reclamados pelo indivíduo, bem como os deveres e obrigações a este também impostos. E para alcançar a Maturidade requer não apenas a ciência dos direitos, mas também a prática das obrigações. Ou seja, para que a liberdade seja justa, se faz necessário a ciência e obediência a responsabilidade de seus atos e não a transferência destes a alguém ou algo. Admitir erros, reparando quando possível, bem como estudar os acertos são exercícios de serenidade que resultam em sã experiência.

Resultamos da experiência. A prática da serenidade e humildade e o saber são os degrais da escada rumo a Verdade.

A imparcialidade, o bom senso, a tolerância, o conhecimento de sí próprio e a humildade forma a Justiça e, assim praticando estará cada vez mais próximo da Verdade!

Pax Et Lux.


Sergio Rodrigo

Thank´s Miguel!