quarta-feira, 15 de abril de 2009

Traição... Necessidade humana ou falta de caráter?




Em um forum de debate pela internet discutimos a infidelidade na modalidade traição, no qual a Mariana destacou algumas questões acerca do assunto, explanando ainda o sentimento e a conduta tanto do homem quanto da mulher, antes, durante e depois da traição. O texto abaixo começa com um breve comentário meu, e a seguir o artigo.



Concordo que se trata de um tema perplexo, pois demonstra varias opiniões e condutas diferentes.

Oq me chamou a atenção, e a parabenizo por trazer a baila é a questão do “grau da traição”, isto porque, venho acompanhando alguns casos entre alguns homens que traem suas namoradas e esposas com o escopo de descontração por ter sempre a mesma pessoa, dizem que querem carne nova, uma simples aventura para quebrar a rotina, outros fazem desta prática uma rotina, nunca os vi fieis, e outros mais porque tem vergonha da cônjuge, porém todos dizem que amam suas respectivas mulheres.

Não acredito totalmente que uma traição poderia ensejar à melhora do relacionamento, visto que, a partir do momento em que há um flagrante, a confiança, que é essencial para uma relação acaba e conseqüentemente o respeito, sem contar o orgulho ferido e o amor próprio rebaixado. Claro que estou me referindo a um sentido amplo, não pode ser empregado em via de regra a todos os casos . Dependendo da situação, pode ser um banho de água fria que venha a reativar uma relação como você mencionou, só que isso acontece nos mínimos casos, poderia considerar as exceções da regra.

Enfim, o segredo para manter um homem longe da traição, em todos os seus níveis, é simples, não deixe faltar atenção e retribuição, fazendo isso, dificilmente o homem vai pular a cerca.

Sergio Rodrigo.


Mariana Fernandes Lopes

É aquele velho ditado:

“O lanche do vizinho é sempre mais gostoso...” Isso acontece mesmo.

Acredito que a traição em si influi muito de caráter para caráter. Todo homem é safado! Isso é inevitável. O que o faz manter a relação e não cometer nada de errado é o respeito e a consideração, por temer uma força maior...Um grande exemplo, até engraçado:
Muitos evangélicos morrem de vontade de participar das coisas mundanas, aquilo esconde no intimo, à vontade do seu coração, mas não o faz por temor á Deus, uma força maior que exerce uma certa pressão em seu caráter.

Ele passa a ser racional em relação a isso, relevando certas vontades e impulsos que poderiam acabar com a doutrina o qual segue...Assim é o cara que trai. Às vezes ele pode ter até vontade, mas o respeito e a consideração pela pessoa amada são argumentos suficientes para fazer um jogo limpo. E se em algum momento tal indivíduo sente-se incomodado com a presença da pessoa e não quer mais levar tal relacionamento em frente, simplesmente tem a autonomia e a sinceridade de chegar e acabar com o que ele não enxerga futuro.

Traição, algo influenciado pelo caráter e temor de uma força maior. Assim penso eu.

Todos os homens do mundo sentem por um momento a vontade de experimentar coisas novas, vai dele querer arriscar ou não algo que pra ele é influenciável, porém, resistível.
Assim como a mulher tem vontades o homem também tem, porém, cabe a mulher fazer a sua parte e não deixar faltar nada, e não deixar ele ir buscar fora uma coisa que você mesma pode proporcionar.

Você pode suprir isso através do diálogo, ou até mesmo o feeling da mulher, que não costuma falhar...Sexto sentido de mulher é foda! Conversando tudo se resolve.

Se o envolvimento for com um homem de caráter, e se ele sentir a vontade de trair, ele vai tentar fazer com que essa vontade acabe, encara isso como algo momentâneo, e tudo volta a ser o que era antes.Mas isso sem esquecer da obrigatoriedade que a mulher tem de a cada dia fazendo sua parte de conquistá-lo.

Agora se o envolvimento foi com um típico mau caráter, ele vai trair mesmo, isso porque respeito é algo que não existe no conceito deste tipo de pessoa, aliás, quem se deixa levar por impulsos só mostra que não tem personalidade suficiente para encarar um relacionamento, hoje está te amando, amanhã pode te odiar, mesmo você sendo a melhor mulher do mundo. O gosto de experimentar o que pode ser proibido fala mais alto.

O que se deve ter é sempre o amor próprio em evidência para que não saia magoada da situação, ter autonomia e discernimento para saber quando estamos sendo desrespeitados, esse é um dos fatores principais para acabar com qualquer vínculo, mas tem gente que espera ver pra crer.

O desrespeito é fundamental para o término de qualquer relacionamento, se não há respeito, não há nada, porque com respeito nasce à confiança, base sólida em um relacionamento.

No mundo estão cheios de pessoas de mau caráter, se queremos encontrar as pessoas certas, freqüentes lugares certos.Dê tempo ao tempo não esconda quem você é e suas reais intenções, na vida sempre fazemos propaganda de nós mesmos e o melhor sempre acontece quando menos esperamos, mas saiba que o que conquistamos é sempre o reflexo de nosso próprio investimento.

Assim penso eu.


Beijokas...Mariiii

8 comentários:

Gilberto disse...

É isso mesmo a traição começa quando falta algo, quando não ah conversa e entendimento, quando não ah á que la química a mais, quando um não sede ao desejo do outro e suas fantasias, isso não quer dizer que você tenha que fazer todas as loucura de seu parceiro mais se você só faz o básico ele ou ela encontra alguém que faça mais que isso pode ter certeza que será traído(a).
Acho complicado entender quando uma pessoa diz que ama mais mesmo assim trai seu parceiro, se você ama e tendo o amor como um sentimento único e sublime não tem nada que falte na pessoa que esta com você, para mim as pessoas se unem a outra sem ao menos saberem o que gostam e o que as fazem felizes e por esse motivo vão buscando-nos outro aquilo que ele deveria saber que lhe faz bem.
Procure em você e saberá como conduzir.

Daniela Sousa disse...

Boa Noite :)
Depois de ler este blog, vi que há uma serie de aspectos nos quais não concordo contigo( Claro que é apenas a minha opinião).
Em primeiro lugar, eu não considero uma pessoa com mau carácter aquela que trai. É que tu estas a disser que quem é infiel é mau caracter. Na minha opiniao o caracter de uma pessoa noa se mede pela sua suposta fidelidade ou infidelidade,mas sim pelos actos que vai tendo ao longo da sua vida. Quantas vezes já vi pessoas super humildes e generosas, e no entanto, na sua vida pessoal eram a coisa mais louca? Já perdi a conta... A Infidelidade é simples necessidade sexual. Eu nao concordo com este tipo de conducta, mas disser que uma pessoa que age por impulso também é mau caracter acho que foi outra coisa que eu não considero nada coerente de ser dito.Vou só dar um exemplo para terminar o meu ponto de vista. Imaginemos que alguém tem vontade de beijar uma pessoa e age por impulso sem saber o que esperar disso...isto é ser uma pessoa sem principios morais? NÃO!
Bom, possa ser que tenha entendido o teu texto de uma maneira que nao era a mensagem que querias ter transmitido, mas a maneira como publicaste foi o que me deu a entender.

Sergio Rodrigo disse...

Acalmai vosso espírito Daniela. rsrs
A questão da falta de caráter na traição (não que seja inexistente em alguns casos) é mero título para a comparação, uma suposição a fim de enfatizar a crítica. rsrs
Meus parabéns, gostei de vosso comentário limpo e honesto e espero ver a senhorita mais vezes por aqui.

Já o caso concreto da traição, realmente, varia de pessoa para pessoa, de educação para educação, de cultura para cultura, de coração para coração e de gênio para gênio.

Pelo o que eu tenho acompanhado, alguns casos de traição de cônjuges, no caso de flagrante, os mesmos se perdoam com a argumentação do amor, obsessão, que seja.
Mas, em relatos separados o que acontece também é o medo de ficar só ou de se expor à sociedade como “corno(a)”.

A maior questão que vem sendo discutida entre alguns estudiosos da psicologia e sociologia é o aumento intenso dos casos de traição. Os lideres religiosos atualmente se manifestam quase que diariamente acerca do assunto desde a descriminalização do Adultério.

Claro que a traição é algo milenar, é muito complexa inclusive, mas não tão descarada como atualmente!

Porém, a preocupação maior é exatamente no tocante a banalização da instituição casamento e o emprego do que é considerado amor. Alguns metidos a juristas defendem a tese da volta do Adultério como tipo penal, na minha opinião é constrangedor e fere o princípio da liberdade, sem contar que não haveriam cadeias para isto.
Com base na Sociologia, acredito que trata-se mais de questão social, familiar, educacional e não penal, visto que, para um filho que acompanha a evolução social sem uma estrutura familiar adequada (educação e princípios) é muito comum que futuramente terá a idéia de que a traição é algo extremamente normal, (socialmente pode até ser mas no ponto de vista de relações amorosas não é), e se para ele, trair a quem diz que ama será natural, quiçá nas outras relações como amizade ou negócios? Estou me referindo a situação no sentido amplo, na visão sociológica da massa, não a casos individuais, pois, não é por que certa pessoa traiu outra que será considerado um ser sem escrúpulos totalmente, mas a perda de certos princípios contribui para que as relações amorosas sejam vistas de um modo frio, seco, sem brilho e inanimado como uma compra e venda de um pedaço de carne.

Enfim, a traição em si é algo de interpretação extremamente subjetiva, cada um cuida e interprete como quiser, mas eu defendo categoricamente uma coisa, que é a não banalização do amor.

Flavia disse...

Falar da "não banalização do amor" é o mesmo que falar do amor em seu significado, ou na sua falta de um significado unânime.
Amor é um sentimento, e por tanto, é completamente subjetivo.
Cada ser humano ama de uma maneira, e por tanto cada indivíduo
vai se comportar de acordo com a sua idéia de amor.
Por tanto, discutir filosóficamente a traição é como tentar provar a existência de Deus, não leva a lugar nenhum.
Principalmente porque cada caso é um caso, e não se trata de falta de princípios morais e éticos como se afirma por aqui,existem muitos outros fatores que entram em jogo quando acontece uma traição, inclusive um deles pode ser justamente o amor.
Muitas pessoas são infiéis por estarem buscando um amor que as preencha de verdade.
É,tem gente que trai por amor,veja só a complexidade do assunto.Vejamos um exemplo:
Maria pode estar numa relação onde não encontra o que espera de seu ideal de amor,e acaba encontrando em João o que faltava no seu namoro com Pedro.
Mas claro, seria exagerado jogar fora seu relacionamento sem saber se o que se está sentindo por João é real ou apenas uma ilusão, por isso Maria acaba sendo infiel pra saber se João é realmente o amor que estava procurando.
Isso acontece diariamente no mundo inteiro, e a partir daí dizer que infidelidade é coisa de gente sem princípios, ao ponto de colocar a etiqueta de mau caráter, é além de uma falta de imparcialidade, uma grosseria.
Por isso,acho que qualquer tentativa de chegar a uma conclusão objetiva sobre o carácter maléfico ou somente humano da infidelidade, é perda de tempo.
O ser humano sempre vai buscar a sua felicidade, ainda que o faça de maneiras que o resto das pessoas não entenda e o condene.

Sergio Rodrigo disse...

Flávia.

Muito obrigado pelo vosso comentário, acredito que será de grande valia para o entendimento a cerca do assunto sobre vários aspectos através deste fórum de opiniões.

O objetivo deste blog é proporcionar ao visitante oportunidade de discussão e expressão de suas opiniões sobre assuntos que estão presentes na sociedade e fazem parte da essência humana com o escopo de desenvolver a critica, formular ou reformular opiniões, tudo isso para desenvolver a integração social, trocar experiências e enaltecer o que é devido.

Abro espaço para artigos que não são meus, são de amigos ou simpatizantes da idéia assim como este.

Cada artigo é redigido de uma forma em sentido amplo já exatamente para abrir espaço às opiniões.

Com base nisso sou obrigado a discordar totalmente a cerca da vossa citação: “...discutir filosoficamente a traição é como tentar provar a existência de Deus, não leva a lugar nenhum”.

Com toda a vênia, salvo má interpretação de minha parte, creio que tenha exagerado quanto a esta citação, visto que:

1-) A Filosofia é a investigação crítica e racional dos princípios fundamentais;

2-) A traição é ...o rompimento ou violação da presunção da verdade ou da confiança que produz conflitos morais e psicológicos entre os relacionamentos individuais;

Por se tratar de uma matéria eminentemente humanística que abarca a essência, considero extremamente discutível a questão da traição. Subjetivamente dizendo, nunca encontraremos a resposta concreta para o tema, isso porque, no mundo tudo está certo e tudo está errado, depende do ponto de vista.

Agora, não é porque não encontraremos a razão concreta, melhor dizendo, reformulando,encontraremos sim várias razões concretas para vários tipos de pessoas, e a Filosofia entra com um papel fundamental nisso, principalmente para este blog, isso porque o objetivo do artigo não é desmoralizar quem trai, mas sim, buscar entre as dezenas de respostas o “Por que ele(a) trai” ? Até onde é certo ou errado se é que exista certo e errado.

Por isso que, particularmente, defendo a tese de que Filosofia não é Ciência, mas sim, a Mãe de tudo e não há como discutir assuntos como este sem fazer uso dela.

E isso eu garanto que é bem mais fácil que provar a existência de Deus.

Talvez para a senhorita não tenha tido tanta valia dissertar sobre este assunto específico, mas para alguém com certeza teve inclusive vosso exemplo enfatizando a complexidade do assunto que achei muito interessante.

Logo então, quebra-se a tese de que este assunto discutido de modo filosófico estar a deriva, sem rumo.

Enfim, esta é a única ressalva que faço sobre vosso comentário devido ao fato do sentido ter extrapolado de certa forma o tema, saindo um pouco do contexto, tenho certeza de que não houve má-fé em vossa citação.

Já sua idéia sobre o amor concordo parcialmente, porém, deixo para comentar em uma próxima oportunidade.

Mais uma vez, agradeço o comentário e espero futuramente receber algum artigo seu para iniciarmos uma discussão saudável e rica como esta.

Sergio Rodrigo

Flavia disse...

Sergio Rodrigo,

Em nenhum momento eu duvido da validade da Filosofia para discussão de vários assuntos de cunho social e ético, sempre e quando as opiniões de todos sejam baseadas no respeito e na imparcialidade dos argumentos
Quando num espaço supostamente aberto a discussão de hipóteses de maneira filosófica, temos como exemplo o texto de sua amiga Mariana, onde de maneira direta e pejorativa ela taxa de mau caráter quem trai,já não estamos no terreno da Filosofia e sim no das opiniões pessoais, carregadas de preconceitos,eu diria até que este texto poderia estar enquadrado dentro da típica imagem de uma conversa de vizinhas pelo muro,provavelmente porque a opinião dela sobre o tema seja proveniente de uma experiência pessoal negativa
Por tanto, aqui a Filosofia realmente não tem sentido, já que seria misturar alhos com bugalhos, como diziam antigamente.
Não entenda mal a minha opinião, porque não tive a intenção de diminuir a importância do teu blog como veículo pra discussão de assuntos interessantes como este.
Apenas discordo da maneira como o tema foi tratado no post.
E quando eu digo que não chegaremos a lugar nenhum, não é menosprezando a tua tentativa de discutir o tema,até porque depois esclareço que esse "lugar nenhum" é a impossibilidade de chegar a uma conclusão objetiva sobre o assunto infidelidade.
Claro que podemos encontrar muitas hipóteses, baseadas em casos específicos, mas mesmo que tivéssemos milhares delas, ainda assim não haveria conclusão.
Existem tantos porquês pra que uma pessoa seja infiel como para que ela não seja.E dizer se é certo ou errado, é julgar o que não tem julgamento desde o ponto de vista filosófico.
Se não se pode chegar sequer a uma conclusão racional sobre o tema, como podemos ter a pretensão de dizer se é certo ou errado?
Em fim, é realmente muito complexo falar sobre infidelidade.
E no final das contas, o único que interessa é que todo mundo alguma vez na vida vai estar em um dos dois lados da história, e qualquer teoria sobre infidelidade neste momento não servirá de nada, será só um blá blá blá.
Na prática, a vida é bem mais interessante e se torna desnecessária qualquer discussão sobre o ser humano e suas condutas.

Unknown disse...

E o circo pega fogo... ehehehe...
Outro dia estava passando um documentário na Discovery, que era "Sex Apeal", mostrava as relações humanas, leis da atração, a química que era gerado por casais. Enfim, em uma parte do documentário, foi dito que o ser-humano, desde os tempos primórdios não faz parte dele ser monogâmico. O que levou o ser-humano à ser monogâmico, embora isso tenha sido fruto de gerações e gerações para que boa parte ficasse assim, foi a união entre homem e mulher por conta dos filhos, enquanto a mulher(fêmea, tratando-se ainda do período dos macacos) amamentava seus filhos, o homem(macho) tinha que cuidar de sua "família" para que não chegasse predadores etc...
Ou seja, nos genéticamente fomos adaptados em circustâncias de monogâmia por mais que não faça parte de nós, daí entra o amor, a fidelidade, a confiança, o respeito mutuo, somos racionais.
Eu passei a imaginar o que seria do mundo ainda se não "fossemos monogâmicos", seria novamente Sodoma e Gomorra.
Eu acredito que as relações são constituídas de diálogos, experiências, conhecimentos, reconhecimentos e também amor.
Eu costumo dizer o seguinte: Para que eu vou trair se, a pessoa que eu amo já está comigo?
Traição é algo que eu não vejo lógica, traiu é porque estava insatisfeito, se está insatisfeito eu recomendo que termine a relação e parte para outra.
Esse é o meu ponto de vista.

Sergio Rodrigo disse...

Flávia.

Conheço e aceito vossa retratação isso porque em nenhum momento duvidei de sua boa-fé, expondo de maneira direta sua opinião acerca do assunto, tal como a Mariana suscitou a dela.

Quanto à taxação de mau caráter a todos aqueles que traem, como se refere no comentário supra-citado: “...onde de maneira direta e pejorativa ela taxa de mau caráter quem trai...” Engraçado mencionar isso, pois trata-se de uma discordância com o próprio texto, onde a Mariana expõe de maneira direta e não pejorativa, mas sim coloquial como todo este texto, a clara distinção entre o homem de caráter: “...Se o envolvimento for com um homem de caráter, e se ele sentir a vontade de trair, ele vai tentar fazer com que essa vontade acabe, encara isso como algo momentâneo, e tudo volta a ser o que era antes...” e o de mau caráter: “...Agora se o envolvimento foi com um típico mau caráter, ele vai trair mesmo, isso porque respeito é algo que não existe no conceito deste tipo de pessoa...”

Ora, se existe a distinção entre as duas espécies do gênero homem, logo então, não existe taxação alguma provocada por qualquer tipo de ato preconceituoso a fim de difamar quem trai pelos seus vários motivos, apenas tomou parte e explanou sua opinião sendo fiel ao que acredita neste sentido.

Todo o ser humano é um ser julgador por excelência. Vivemos sempre em constantes decisões, chamadas pela Filosofia de “Juízo Final”, que resultam nas opiniões e entendimentos firmados em todos os assuntos.
Isto posto, não vejo como um ato preconceituoso, mas sim como a manifestação de um entendimento firmado através de uma experiência talvez por ela mesma vivida ou por outrem, (conversinhas pelo muro se ensina muita coisa também) rsrs.

Talvez, no texto não haja conteúdo de matéria filosófica, na verdade existe, de modo chulo, mas deu causa para a interpretação crítica que viemos realizando além das contra-razões apregoadas por aqui eminentemente de cunho filosófico, isto por que, o meu conceito de Filosofia é simplesmente falar de um assunto de um modo apaixonado, e isto aqui é fato.

Já a questão do certo e errado, conforme o meu comentário anterior, reforço a idéia de que certo e errado no sentido amplo não existem. São sim frutos de um julgamento, uma interpretação construída e firmada conforme um interesse em particular (Ideologia), por isso podemos ter a pretensão de concordar ou discordar, é o exercício do ponto de vista.


O que é importante analisarmos o significado e a mensagem do texto em si que foi escrito de forma popular para o entendimento de todos e não a literalidade das palavras.

Metodologia à parte, de fato, concordo contigo. A maioria, mais cedo ou mais tarde estará em um dos dois lados da história, porém, a teoria da infidelidade, como a senhora teceu contribui para que esta prática seja menos exercitada.

No artigo, discordo da Mariana quando ela taxa que todo homem é safado por natureza, bem dizer é a única taxação explicita, isto porque eu sou Homem e não sou safado. SOU SINCEROOO!!! rsrsrsr

Outra afinidade contigo que é quanto à questão de que a vida é muito interessante. Sim! EU AMO A VIDA! E amo interpretar “os por quês” dela. Não creio que a vida seja apenas sobreviver de um modo mecânico, automático onde não poderia buscar a essência de uma questão. Claro que por mais que venhamos a pesquisar nunca teremos resposta para tudo, mas quanto mais entendimento eu absorver mais gostoso se torna viver, pois te disciplina a enxergar a vida por outro ângulo.

Posto isso, de forma alguma, a discussão sobre o ser humano e suas condutas se torna desnecessária, isso porque esta que é a Filosofia. É através dessas discussões que se formam as opiniões que são geradas pelos princípios criados pela própria Filosofia através da Ética.

Ouso dizer que se as discussões acerca da Filosofia fossem desnecessárias, esta discussão nunca existiria, pois, a raça humana já teria se exterminado.

Em fim, com base nos pensamentos de Platão, Sócrates, Aristóteles e outros em discutir, hoje vivemos bem, pois este é exatamente o propósito da discussão sobre o homem e suas condutas: Melhorar a vida!

Flávia!
Aguardo ansiosamente um artigo seu!

Grande Bjo.